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Publicado em 04/01/2026, às 16h13 @realDonaldTrump Héber Araújo
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está preso, desde o sábado (3), no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), localizado em Nova York. A prisão é descrita como “repugnante”, em condições “horripilantes”, um verdadeiro “inferno na terra”.
O MDC é conhecido por estar em situação precária, ter uma falta crônica de pessoal, apagões frequentes e constantes atos de violência entre os detentos. Atualmente, a unidade tem 1.336 pessoas detidas. Construído em 1990, a estrutura buscava combater a superlotação carcerária.
Segundo a imprensa internacional, a carceragem não é um espaço seguro e pode ser um perigo à segurança de Maduro, visto que constantemente ocorrem brigas entre detentos, muitas das quais resultam em óbitos.
O MDC é o único presídio federal que atende a cidade de Nova York. As celas tem monitoramento 24h e o contato com o mundo exterior é restrito aos visitantes dos detentos, que precisam passar por rigorosos procedimentos, antes de entrar na prisão.
A expectativa é que, por Maduro ser um chefe de Estado preso em um caso de repercusão internacional, ele seja submetido a um regime especial de detenção, para garantir sua segurança.
A detenção já abrigou algumas celebridades como os cantores R. Kelly e Sean "Diddy" Combs, a socialite e ex-companheira de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell, além do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin.
Nicolás Maduro foi preso no sábado, após um ataque dos EUA a capital venezuelana, Caracas. Ele está sendo acusado pelos EUA de tráfico internacional de drogas e terrorismo, e ficará no MDC até epserando julgamento.