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Professora que ficou grávida de aluno de 15 anos é proibida de dar aulas; saiba mais

Após investigações, a professora foi considerada culpada por seis acusações de atividade sexual com menores  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 06/01/2026, às 12h01   Reprodução/Redes Sociais   Redação BNews

Uma professora de matemática, identificada como Rebecca Joynes, de 31 anos, foi banida de forma definitiva das salas de aulas após ser condenada por crimes sexuais envolvendo dois adolescentes. Ela chegou a engravidar e ter um filho de um aluno de 15 anos.

Os crimes ocorreram enquanto Rebecca dava aulas em uma escola de ensino médio em Tameside, na Grande Manchester, Inglaterra. As investigações tiveram início em 2022, quando foi revelado que ela havia abordado um dos estudantes por meio das redes sociais e passaram a ter encontros.

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Em um dos episódios, o adolescente relatou à mãe que dormiria na casa de um amigo, mas, na verdade, estava prestes a se encontrar com a professora. Rebecca levou a vítima a um shopping center, onde comprou um cinto avaliado em 350 libras (aproximadamente R$ 2.570) e a levou para o próprio apartamento, onde tiveram relações sexuais.

O caso foi descoberto no dia seguinte, após a mãe da vítima notar uma marca de "chupão" no pescoço do filho. Questionado, o jovem relatou que havia se envolvido com a professora, e a mãe acionou a polícia.

Rebecca chegou a ser presa, mas foi colocada em liberdade sob fiança policial. Apesar de ter sido proibida de manter contato com menores de 18 anos, ela passou a aliciar um segundo adolescente de 15 anos, por meio de uma rede social. 

Ambos tiveram encontros que resultaram em relações sexuais sem proteção. Em uma das ocasiões, a mulher engravidou, causando um enorme choque na comunidade local. Após o nascimento, o bebê foi retirado dos cuidados da mãe e entregue aos avós paternos.

A professora foi considerada culpada por seis acusações de atividade sexual com pelo menos dois menores e cumpre pena de seis anos. Na sentença, o juiz classificou a mulher como uma "predadora sexual", o que reforçou a decisão de banimento das salas de aula feito pela Agência de Regulamentação do Ensino do Reino Unido (TRA).

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