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"Se houvesse justiça, os Estados Unidos seriam banidos pela Fifa", afirma jornalista

Comunicadora destacou que o país norte-americano deveria sofrer punições por parte da Fifa e COI  |  Reprodução | Instagram

Publicado em 03/01/2026, às 19h34 - Atualizado às 20h02   Reprodução | Instagram   Redação BNews

A jornalista Milly Lacombe fez duras críticas aos Estados Unidos por conta da invasão à Venezuela, ocorrida neste sábado (3), que culminou na captura do presidente Nicolás Maduro. A comunicadora destacou que o país norte-americano deveria sofrer punições por parte da Fifa e do Comitê Olímpico Internacional (COI). 

"A seleção estadunidense, assim como a russa, seria impedida de disputar o torneio. E, claro, todos os que se escandalizaram com a invasão da Ucrânia estariam agora mesmo ainda mais horrorizados com o que faz Donald Trump na Venezuela", escreveu Lacombe em sua coluna no Uol. 

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De acordo com a jornalista, criticar o governo venezuelano por sua política interna como forma de justificar a invasão seria a mesma coisa que concordar caso houvesse uma invasão chinesa à Casa Branca, nos Estados Unidos, para sequestrar Trump, a quem chamou de "maluco-alucinado sanguinário imperialista com tiques de ditador, suspeita de envolvimento com pedófilos e condenação por estupro".

Milly Lacombe ainda disse que, assim como o presidente americano invadiu a Venezuela, uma próxima vítima futuramente pode ser o Brasil: "Todos sabem que o interesse estadunidense na Venezuela é petróleo, assim como todos sabem que o interesse de Trump pelo Brasil são as terras raras".

Por fim, a publicação ainda traz o nome do presidente da Fifa, Gianni Infantino, devido aos recentes acenos positivos com o governo de Donald Trump, como a realização da Copa do Mundo de Clubes, ocorrida neste ano, e também da próxima Copa do Mundo de Seleções, em 2026. 

"Gianni Infantino, presidente da Fifa, virou chapa de Donald Trump nada vai acontecer com a participação norte-americana na Copa. Infantino, aliás, acabou de dar a Trump uma medalha por sua atuação pela paz, numa ridícula eleição inventada para que a Federação pudesse lamber publicamente as botas do aprendiz de ditador", concluiu a jornalista. 

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