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Publicado em 01/09/2026, às 18h16 Reprodução/ Redes Sociais Gabriel Santana
A vice-presidente do Bank of America, Erin Piacente, foi morta nesta terça-feira (1), após ter sido esfaqueada em um ponto turístico famoso de Nova York, no leste dos Estados Unidos.
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A mulher que foi vítima fatal tinha 32 anos. No mesmo ataque que aconteceu na região da 7ª Avenida, uma das regiões mais famosas de Manhattan, um homem de 68 anos, também ficou ferido. De acordo com o Portal Metrópoles, Piacente foi atingida no abdômen e mesmo depois de ser levada para o atendimento médico, acabou não resistindo aos ferimentos.
A suspeita de ter cometido o ataque foi identificada como Pamela Cisneros, de 49 anos. Segundo informações da Polícia de Nova York (NYPD), a suspeita foi morta após ter sido baleada por policiais ao tentar avançar contra os agentes portando a mesma faca que atingiu a vice-presidente.
Em comunicado, a instituição bancária lamentou a morte da funcionária e revelou estar “chocada e profundamente entristecida” com o ocorrido contra uma integrante importante da equipe. Ela era a responsável pela seleção de negócios e conflitos de interesse no Bank of America.
A comissária da NYPD, Jessica Tisch, apontou que Cisneros abordou primeiramente a vítima idosa, que estava esperando para atravessar a rua acompanhado de sua esposa. O homem foi levado com quadro estável para o hospital. Logo após, a suspeita seguiu pela 7ª Avenida e cerca de 20 segundos depois, Cisneros atacou Piacenti de forma fatal.
Testemunhas acionaram os policiais que estavam presentes na região e Cisneros foi encontrada com as duas facas utilizadas no ataque. A polícia só conseguiu convencer a suspeita a largar as armas após quatro minutos. TIsch relatou que a mulher se recusou e fez ameaças aos agentes.
Cisneros, então, avançou contra os policiais. Após a tentativa de uso de armas de choque, sem sucesso, foram feitos disparos contra a autora do ataque. A mulher foi levada ao hospital Bellevue, mas faleceu no local.
A comissária detalhou que Cisneros não possuía registros anteriores de prisões pelo NYPD, mas ela tinha passado por dois atendimentos ligados à saúde mental, em 2018 e 2019. Os investigadores ainda não encontraram provas de que o ataque foi um ato de terrorismo.
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