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Após morte de Genivaldo, PRF orienta agentes a 'não ameaçar' pessoas em crise de saúde mental

Polícia Rodoviária Federal (PRF) elaborou uma orientação sobre a abordagem de pessoas em crise de saúde mental, após caso Genivaldo  |  Reprodução / Redes Sociais

Publicado em 19/07/2022, às 08h20   Reprodução / Redes Sociais   Redação / BNews

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) elaborou uma orientação sobre a abordagem de pessoas em crise de saúde mental, após o caso que envolveu a morte de Genivaldo de Jesus Santos. A vítima, que tinha um quadro de esquizofrenia, foi morta por agentes do órgão após ser preso no porta-malas de uma viatura e torturado com o uso de gás lacrimogêneo.

Entre a recomendação da PRF, está a de “não ameaçar a pessoa em crise com prisão ou outras ameaças semelhantes”, diante do risco de criar um estresse, medo e “potencial” agressão. A indicação está em documento assinado pelo Diretor de Operações da PRF, Djairlon Henrique Moura.

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Os trechos do documento ainda destacam que os policiais não têm “obrigação” de reconhecer uma pessoa em crise de saúde mental, mas é esperado que os agentes saibam notar situações que envolvam pessoas em condição de vulnerabilidade e alteração mental.

A ação da PRF ocorre após o Ministério da Justiça e Segurança Pública ter cobrado medidas sobre o caso Genivaldo. No entanto, o texto não cita o corrido.

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