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Brasileiro é ‘defendido’ por outro país após citar ser gay e detonar condições de prisão em Alagoas

O brasileiro Nicolas Gomes integrava a lista de foragidos da Interpol  |  Antônio Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Publicado em 29/05/2024, às 11h19   Antônio Cruz/Agência Brasil/Arquivo   Pedro Moraes

Um brasileiro, identificado como Nicolas Gomes de Brito, de 26 anos, teve o pedido de extradição feito pelo governo federal negado. Em síntese, uma juíza britânica negou a solicitação sobre o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Minas Gerais e integrante da lista de foragidos da Interpol.

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Durante o processo, concluído em janeiro deste ano, o brasileiro, apontado como mandante de um homicídio gerado em Caratinga, em 2019, manifestou que corria risco a sua integridade física nas prisões brasileiras, sobretudo pelos motivos de ser gay e pelas condições desses estabelecimentos. 

Como resultado, Brito foi solto por decisão da juíza distrital Briony Clarke. Conforme o documento acessado pelo O Globo, a magistrada apresentou um relatório formulado por um especialista argentino em sistemas penitenciários no qual as deficiências das prisões brasileiras são expostas.

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