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Após afundar Maceió, Braskem pode ter que pagar valor bilionário por transformar bairros em desertos urbanos

Defensoria Pública alega que mineração da Braskem desvalorizou 22 mil imóveis em Maceió  |  Itawi Albuquerque/Secom

Publicado em 11/07/2025, às 07h50 - Atualizado às 08h00   Itawi Albuquerque/Secom   Redação Bnews

A Defensoria Pública de Alagoas entrou com uma ação contra a Braskem em que alega que a empresa desvalorizou cerca de 22 mil imóveis em Maceió com o colapso do solo provocado pela mineração de sal-gema. A causa pede indenização para as vítimas no valor de R$ 4 bilhões.

A atividade causou afundamentos do solo desde 2018 e transformou bairros em "desertos urbanos". Conforme noticiou a coluna de Carlos Madeiro do portal Uol, 14,5 mil imóveis de quatro bairros já foram desocupados. 

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O impacto imobiliário para os moradores é grande: Ruas foram fechadas e imóveis vendidos abaixo do valor. A Braskem afirmou ao Uol que não teve conhecimento dos termos da ação e irá "se manifestar nos autos oportunamente, quando citada".

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