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Som alto vira tragédia: Pai tenta defender filho e acaba morto a tiros por policial militar

Pai morre ao tentar impedir ação da PM contra filho durante abordagem que terminou em tiros em Pernambuco  |  Reprodução/Google Street View

Publicado em 26/07/2026, às 14h53   Reprodução/Google Street View   Redação Bnews

Um idoso, de 66 anos, morreu e o filho dele, de 31, ficou ferido após serem baleados por policiais militares durante uma abordagem na tarde deste sábado (25), em Tracunhaém, na Zona da Mata Norte de Pernambuco.

Segundo a Polícia Militar, a ocorrência começou após uma denúncia de som alto e perturbação de sossego e terminou com uma intervenção dos agentes durante uma confusão no local.

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Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. O caso é investigado pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS).

PM diz que filho tentou tomar arma de policial
De acordo com a Polícia Militar, equipes do 2º Batalhão foram enviadas ao endereço após uma denúncia de que o homem, de 31 anos, estaria com o som alto no carro, causando transtornos aos moradores da região.

Segundo a corporação, durante a abordagem, o homem teria reagido e tentado tomar a arma de um dos policiais.

Ainda conforme a versão apresentada pela PM, o pai do suspeito teria avançado contra os agentes usando uma faca. Durante a intervenção, os policiais teriam atirado contra os dois homens.

Pai morreu após ser levado para unidade de saúde
As duas vítimas foram socorridas e encaminhadas para uma unidade de saúde. O idoso não resistiu aos ferimentos e morreu.

O filho dele foi preso em flagrante e permanece custodiado em uma unidade hospitalar. O nome do local onde ele está internado e o estado de saúde dele não foram divulgados.

Polícia Civil abriu investigação
A Polícia Civil informou que a Delegacia de Tracunhaém instaurou um inquérito para apurar os crimes de perturbação do sossego ou tranquilidade pública, resistência, desacato, ameaça, desobediência e morte por intervenção legal de agente do estado.

A Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que abriu um procedimento preliminar “para acompanhar o inquérito policial, verificar as informações relacionadas ao caso e analisar possíveis repercussões administrativas”.

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