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CHOCANTE! Delegada indica motivo que teria levado à morte de jovem após salto; veja qual

Motivo da morte de jovem após salto foi divulgada nesta segunda-feira (15)  |  Reprodução/redes sociais

Publicado em 15/06/2026, às 18h54   Reprodução/redes sociais   Maiara Lopes

A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que caiu durante um salto de rope jump, ganhou novos desdobramentos nesta segunda-feira (15). A delegada responsável pelo caso, Andrea Levy, confirmou que a vítima não estava conectada ao sistema de segurança no momento do acidente.

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Após o interrogatório dos três investigados, que permanecem presos, a delegada informou que os suspeitos confirmaram a existência de duas cordas de segurança, mas admitiram que nenhuma delas foi presa ao corpo de Maria Eduarda. Segundo os depoimentos, os investigados afirmaram não se lembrar de quem deveria ter realizado a fixação dos equipamentos ou a fiscalização antes do salto.

A polícia também constatou que a jovem ainda estava usando a cinta de segurança, com os ganchos onde as cordas deveriam ter sido conectadas. Em um dos registros analisados pela investigação, uma das cordas aparece caída no chão. Já o capacete utilizado pela vítima não foi localizado.

Maria Eduarda morreu no último sábado (13), após saltar de uma plataforma na chamada Ponte do Esqueleto, entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo. De acordo com a investigação, ela se lançou da estrutura sem estar presa ao sistema de segurança da atividade.

Os próximos passos do inquérito incluem a oitiva de novas testemunhas e a conclusão dos laudos periciais. Segundo Andrea Levy, os exames devem apontar detalhes como a altura da ponte, a dinâmica da queda, o local exato onde o corpo foi encontrado e as condições em que a vítima foi localizada.

Até o momento, seis pessoas chegaram a ser detidas. Três instrutores, Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos; Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos; e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, seguem presos. Eles tiveram as prisões em flagrante convertidas em preventivas e são investigados por homicídio com dolo eventual.

Embora todos os investigados apareçam nas imagens do momento do salto, a polícia informou que ainda apura a conduta individual de cada um e as respectivas responsabilidades pela falha que resultou na morte da jovem.

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