Polícia

Escrivão morto pelo colega de trabalho deixa três filhos e pais idosos

Nascido em Fortaleza, o escrivão tinha cerca de 45 anos e mudou-se para Camocim quando passou para o concurso da polícia  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 14/05/2023, às 14h22   Reprodução/Redes Sociais   Camila Vieira

Uma das vítimas do atentado, no Ceará, o escrivão Francisco dos Santos Pereira, morto pelo colega de trabalho na madrugada deste domingo (14), em Camocim, deixa três filhos. Nascido em Fortaleza, tinha cerca de 45 anos e mudou-se para Camocim quando passou para o concurso da polícia no município.

"Ele amava a profissão. Era uma pessoa muito honesta, justa", disse a prima, que mora em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Os pais de Francisco já têm mais de 70 anos.   

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"Ele estava se preparando para tentar um concurso para delegado. Era uma pessoa que sempre queria mais da profissão. E um colega de trabalho fazer isso, ficamos pensando em quem confiar", disse Mariana, prima da vítima.  

O caso –Neste domingo (14), um policial civil matou quatro colegas de trabalho, em Camocim, cidade do Norte do Ceará, a cerca de 350 quilômetros de Fortaleza. O suspeito foi identificado como Dourado, inspetor da Civil. Ele estava de folga.

Depois de atirar nos colegas, Dourado fugiu em um carro da polícia, mas abandonou o veículo e se entregou no quartel da Polícia Militar da cidade. 

 A Polícia Civil lamentou o caso, e identificou as vítimas como os escrivães Antônio Claudio dos Santos, Antônio José Rodrigues Miranda e Francisco dos Santos Pereira, e o inspetor Gabriel de Souza Ferreira. 

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