Polícia

Estudante de direito presa suspeita de aplicar golpes financeiros é solta por motivo inacreditável; saiba qual

A estudante de direito está sendo investigada por ter se passado como uma funcionária de um banco para aplicar os golpes financeiros  |  Reprodução/Polícia Civil

Publicado em 02/09/2026, às 18h21   Reprodução/Polícia Civil   Gabriel Santana

Uma estudante de direito identificada como Lilia Grazielly Correia da Silva, presa e investigada por ter se passado por funcionária de um banco e aplicado supostos golpes financeiros, foi solta da prisão e vai cumprir pena domiciliar por um motivo específico.

📲 Clique aqui e inscreva-se no canal do Bnews no Youtube!

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

A Justiça decretou que, por falta de vagas no sistema prisional feminino, a mulher vai ficar em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, em Tangará da Serra, no sudoeste de Mato Grosso (MT).

Entenda o caso

A defesa de Lilia entrou com um habeas corpus, sob motivação que não existia fatos novos que justificassem a manutenção da prisão preventiva. Além disso, os advogados da mulher investigada apontaram que ela estava mantida presa sem condições dignas aos humanos.

Com uma análise feita pela Justiça, foi decidido que a prisão preventiva iria ser cumprida, integralmente, em regime domiciliar. Além de que, a investigada está proibida de ter contato com partes e testemunhas do processo vigente, bem como obrigada a comparecer aos atos processuais e a fiscalização realizada de forma periódica.

Golpes financeiros

Lilia e o seu namorado, sem a identidade revelada, foram presos em flagrante por estelionato qualificado depois de se passarem por representantes de bancos, a fim de aplicarem golpes na cidade sul-matogrossense, em dezembro de 2025.

De forma preliminar, a Polícia Civil (PC) foi até a casa onde o casal morava e cumpriu mandados de busca e apreensão, recolhendo seis celulares, um notebook, mais de nove chips de telefone e uma quantia de dinheiro não especificado.

Após a análise do conteúdo nos aparelhos recolhidos ter sido realizada, os investigadores encontraram as provas de que os dois se passavam por funcionários para aplicar os golpes, ao utilizarem mensagens para obter acesso às contas bancárias das vítimas, enviando links falsos que se apresentavam como agentes de um programa de recompensas em pontos.

A corporação ainda relatou que as últimas mensagens enviadas pelo casal aconteceram horas antes da chegada da polícia ao local.

Classificação Indicativa: Livre


TagsPolíciacrimeMato Grossoestudante de direitobnewsgolpes financeirosEstelionato qualificado

Leia também


Suspeito de matar jovem após discussão sobre conta em lanchonete no Rio Vermelho é preso


Pastor é preso suspeito de estuprar neta de 8 anos; vítima foi levada a culto após crime