Polícia

Funcionário é morto durante assalto a joalheria cometido por casal armado

Funcionário reagiu e tentou tomar a arma dos suspeitos, mas foi atingido por tiros no braço e tórax  |  Reprodução/TV Anhanguera

Publicado em 16/09/2026, às 16h25 - Atualizado às 17h25   Reprodução/TV Anhanguera   Gabriel Santana

Um assalto a joalheria acabou com as mortes de um funcionário e outras três pessoas, no final da tarde da última terça-feira (15), em Goiânia, na capital de Goiás (GO).

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O caso aconteceu depois que dois criminosos chegaram na joalheria se passando por clientes interessados em um par de alianças. De acordo com a Polícia Militar (PM), os nomes do casal suspeito não foram revelados.

O assalto

Depois que o casal suspeito entrou na joalheria, portando uma arma, deu a ordem para que os trabalhadores ficassem perto da parede. Foi então que um dos funcionários reagiu e tentou tomar a arma, mas foi atingido por tiros no braço e tórax. Mesmo sendo encaminhado ao hospital, ele não resistiu e morreu.

Logo depois, um outro trabalhador da joalheria também reagiu, dando início a uma luta corporal com o suspeito armado, e também foi atingido com um tiro na perna. Ao contrário da vítima fatal, ele foi encaminhado para o Centro de Atenção Integrada à Saúde (CAIS), juntamente com o apoio do proprietário do estabelecimento, e não corre risco de morte.

Depois dos tiros e intervenção dos trabalhadores, os funcionários conseguiram tomar a arma usada pelos suspeitos e efetuaram disparos contra os dois autores, que também morreram no local. Um outro suspeito no envolvimento do assalto conseguiu escapar, mas foi encontrado pela Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam).

Morte e refém

A polícia apontou que, durante a tentativa de prender o terceiro envolvido, aconteceu um confronto e ele também acabou sendo morto. A PM relatou que o casal chegou ao local com um motorista de aplicativo, que acabou sendo preso depois de ter confessado que foi contratado por R$ 70 mil só para dirigir e se passar por um refém do casal.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Goiás (PC-GO), sob sigilo, pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), como crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Os laudos de perícia estão sendo aguardados pela polícia.

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