Polícia

Imagens e áudios trazem novos desdobramentos sobre morte de policial que era esposa de comandante da PM

Policial foi encontrada morta dentro de um apartamento  |  Reprodução | Redes Sociais

Publicado em 09/03/2026, às 10h38 - Atualizado às 10h43   Reprodução | Redes Sociais   Redação Bnews

Áudios e imagens captados por câmeras de segurança instaladas no local onde a policial militar Gisele Alves Santana foi encontrada morta trouxeram novos desdobramentos do caso à tona. As gravações foram acessadas pelo Fantástico.

Conforme informações divulgadas no programa, as imagens mostram que o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, companheiro da vítima, foi o primeiro a pedir socorro. Na gravação, ele aparece falando em um celular, em um corredor que dá acesso ao apartamento onde a PM foi encontrada baleada.

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“Alô. É o tenente-coronel Neto, estou no Brás. A minha esposa é policial feminina, ela se matou com um tiro na cabeça. Manda um resgate, uma viatura aqui agora,  por favor", diz ele na ligação, na reportagem exibida pelo Fantástico.

Momentos depois, ele também acionou o Corpo de Bombeiros. De acordo com o Fantástico, um dos socorristas fotografou a cena por considerá-la "estranha".  Em seu relatou, ele disse que arma estava na mão de mão de Gisele, porém, de maneira bem encaixada, de  forma que nunca tinha visto em casos de suicídio. 

Uma ligação feita pelo marido de Gisele para o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo, também está entre os pontos de atenção analisados nas investigações.

Ele chegou a comparecer no  apartamento e teria acessado o local junto com o tenente-coronel. “Ele vai ter que explicar por que estava lá. Pelo relato que temos, o desembargador foi a primeira pessoa acionada após o disparo”, diz José Miguel da Silva Junior, advogado da família de Gisele, ao Fantástico.

Gisele Alves Santana foi encontrada morta na última quarta-feira (18) dentro do apartamento em que morava, no bairro do Brás, que fica no centro de São Paulo. Inicialmente, , o caso foi registrado como possível suicídio. No entanto, a situação foi posteriormente alterada para "morte suspeita".

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