Polícia

Laudo de garoto baiano que injetou restos de borboleta na perna não aponta causa da morte

Davi era morador de Planalto e teria feito uma mistura após amassar uma borboleta na água  |  Reprodução

Publicado em 16/04/2025, às 16h05 - Atualizado às 16h16   Reprodução   Alex Torres

O laudo cadavérico de Davi Nunes Moreira, de 14 anos, que morreu após injetar líquido com restos de borboleta na perna, na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, não apontou a causa da morte. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (16), pela Polícia Civil. 

De acordo com a corporação, novos exames devem ser feitos e são aguardados para a conclusão do caso. No entanto, não foi detalhado pelas equipes quais testes ainda seriam realizados.

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Relembre o caso

Davi era morador de Planalto e teria feito uma mistura após amassar uma borboleta na água para injetar na perna utilizando uma seringa. Ele ficou um dia internado no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), mas não resitiu.

Segundo relatos do pai de Davi, o filho teria começado a mancar uma semana antes do ocorrido. Ele questionou o garoto, que afirmou ter se machucado enquanto brincava, mas o quadro foi sucedido por vômitos nos dias seguintes.

Davi foi levado para uma unidade de saúde próxima e ficou internado por cerca de sete dias. Não houve melhora e ele foi transferido para o hospital em Vitória da Conquista, onde morreu no dia 12 de fevereiro. Antes de morrer, ele contou que fez o 'experimento' por causa de um desafio que viu na internet.

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