Polícia

Vídeo: Professor baiano é suspeito de armazenar arquivos que mostram estupro de bebês e crianças

Professor foi alvo da Operação Idun, deflagrada nesta segunda-feira (9)  |  Divulgação | MP-BA

Publicado em 09/06/2025, às 09h15 - Atualizado às 09h27   Divulgação | MP-BA   Redação Bnews

Um professor da rede municipal, investigado por armazenar mais de 700 arquivos contendo imagens de abuso sexual infantil, foi alvo da Operação Idun, deflagrada nesta segunda-feira (9) pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

Segundo o órgão, dentre os arquivos que eram armazenados por ele, estavam registros de extrema violência, como estupro de bebês e crianças. Durante cumprimento dos mandados nos municípios de Casa Nova e Pilão Arcado, as equipes apreenderam computadores, documentos e mídias eletrônicas.

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A medida cautelar de busca e apreensão foi requerida para garantir a interrupção da prática criminosa, a preservação de provas digitais e a identificação de eventuais vítimas. Segundo o MP-BA, o apoio às vítimas ocorrerá por meio do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (Caoca), com atuação da Central de Assessoramento Técnico Interdisciplinar (Cati) do Norte.

A operação recebeu o nome de Idun, em referência à divindade da juventude na mitologia nórdica, símbolo da proteção e preservação da infância. A escolha do nome destaca o compromisso institucional do MPBA com a salvaguarda dos direitos de crianças e adolescentes, vítimas de crimes que atentam gravemente contra sua dignidade e integridade.

Denúncias

Denúncias de crimes dessa natureza podem ser registradas pelo Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos, pelo Ministério Público, em todo o estado, por meio do Disque 127, das Promotorias de Justiça mais próximas e pelo site de atendimento ao cidadão (atendimento.mpba.mp.br).

O MP alerta sobre a necessidade de os pais e responsáveis pelos cuidados com crianças e adolescentes estarem atentos a quaisquer sinais de alteração de comportamento e humor desses infantes, acompanhando as suas interações sociais, acionando as autoridades e a rede de proteção, em caso de identificação de práticas suspeitas de violência infantojuvenil, inclusive em ambientes virtuais.

Classificação Indicativa: Livre


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