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Polícia

Síndico acusado de matar corretora após discussão em elevador tem prisão alterada; saiba detalhes

Decisão sobre a medida de prisão alterada foi aceita pela Justiça, na última quinta-feira (26)  |  Reprodução/TV Anhanguera

Publicado em 27/02/2026, às 15h29   Reprodução/TV Anhanguera   Gabriel Santana

O síndico Cléber Rosa de Oliveira se tornou réu pela morte da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, após a Justiça de Goiás ter recebido a denúncia do Ministério Público de Goiás (MP-GO), na última quinta-feira (26).

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Ao acolher a denúncia, a juíza Vaneska da Silva Baruki, da 1ª Vara Criminal de Caldas Novas (GO), também suspendeu o segredo de justiça do processo do caso que foi investigado pela Polícia Civil (PC).

Na decisão, a juíza converteu a prisão de Oliveira de temporária para preventiva. De acordo com o Terra, o síndico é acusado de homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, com o agravante de forma cruel e mediante emboscada.

O filho de Cléber, Maicon Douglas Souza de Oliveira chegou a ser preso junto com o pai no fim do último janeiro, mas foi solto no último dia 19 de fevereiro após a investigação concluir que ele não teve participação no crime e nem tento atrapalhar a apuração do caso.

Relembre o caso

O crime contra a corretora aconteceu no fim do último dezembro, em Caldas Novas (GO). Os investigadores conseguiram resgatar um vídeo feito pela própria vítima, que registrou o momento do ataque. A filmagem estava no celular da corretora e teria confirmado a suspeita da polícia.

O aparelho da vítima tinha sido escondido pelo síndico, e foi recuperado pelas autoridades. Nos arquivos, Daiane aparece descendo ao subsolo para checar a caixa de força do seu apartamento, que estava sem energia elétrica. O síndico já estava no local, se aproximou de surpresa e atacou pelas costas da vítima.

Foi o momento que a gravação se encerra e Daiane é morta com dois tiros na cabeça. O vídeo aponta que a versão apresentada pelo síndico é supostamente incompatível com a alegação de que o disparo teria sido acidental ou efetuado em legítima defesa. Com o vídeo, a Polícia Civil também afirma que o síndico cometeu o assassinato sozinho.

A vítima foi vista pela última vez em dezembro. Seu corpo foi encontrado no último janeiro, após o síndico ser preso. Ele confessou o crime e levou as autoridades até o local onde abandonou o corpo da corretora. 

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