Polícia

Vídeo mostra momento em que corretora encontra síndico antes de ser atacada e morta: 'Olha quem eu encontro'; assista

Reprodução/TV Anhanguera
O corpo de Daiane Alves, de 43 anos, foi encontrado mais de 40 dias após desaparecer ao ir ao subsolo do prédio onde morava  |   Bnews - Divulgação Reprodução/TV Anhanguera
Redação BNews

por Redação BNews

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Publicado em 19/02/2026, às 11h32



Um vídeo divulgado pela Polícia Civil de Goiás nesta quinta-feira (19) mostra que a corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi atraída para uma emboscada e atacada pelo síndico Cléber Rosa de Oliveira no apartamento onde morava, em Caldas Novas. Ela ficou desaparecida por mais de 40 dias antes de o corpo ser encontrado em uma área de mata.

Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025, após descer ao subsolo do prédio para verificar uma queda de energia. Nas imagens divulgadas durante as investigações, é possível ver o momento em que a corretora chega ao local e encontra o síndico antes de se dirigir aos quadros de luz.

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Segundo a polícia, o suspeito já aguardava a vítima usando luvas e com a capota da caminhonete aberta, o que indica premeditação.

O vídeo gravado pela própria Daiane começa ainda dentro do elevador. Ao chegar ao subsolo, ela se depara com o síndico e diz: "Olha quem eu encontro". Em seguida, caminha até o quadro de luz afirmando que a energia do apartamento havia caído. Segundos depois, ela grita e a gravação é interrompida.

A investigação concluiu que Daiane foi morta com dois tiros na cabeça e que os disparos provavelmente ocorreram fora do prédio. Um projétil ficou alojado na cabeça e o outro saiu pelo olho esquerdo da vítima.

Prisão

Cléber Rosa de Oliveira e o filho foram presos no dia 28 de janeiro, no mesmo prédio onde Daiane desapareceu. Na ocasião, ele confessou o crime e indicou o local onde o corpo foi abandonado, em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas.

Durante as investigações, a polícia encontrou o celular da vítima escondido em uma tubulação de esgoto e realizou perícias no subsolo do prédio, no veículo do síndico e no local onde o carro dela foi localizado.

De acordo com a polícia, Daiane e Cléber tinham um histórico de conflitos relacionados à administração de seis apartamentos da família da vítima, que anteriormente era feita pelo síndico.

"O síndico administrava [os apartamentos] e eles [família da vítima] passaram a administração para Daiane. Desde então, houve uma série de atritos. Ele foi denunciado por perseguição", relatou o delegado responsável pelo caso.

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