Política

Texto final do PT aponta crescimento econômico e rejeita críticas a ministros

Publicado em 14/06/2015, às 08h00   Juarez Matias   Juliana Nobre (Twitter: @julianafrnobre)

Enquanto os delegados aprovam emendas ao documento final do 5º Congresso Nacional do PT, neste sábado (13), alguns pontos da “Carta Salvador” sinalizam para mudanças da política econômica. Críticas diretas ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o rompimento com o PMDB foram rejeitadas. Já emendas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) foram acatadas. A “Carta Salvador” é um documento com deliberações políticas e econômicas do partido e para o governo petista. 

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“É preciso conduzir a orientação geral da política econômica para implementação de estratégias para retomada do crescimento, para defesa do emprego, do salário e demais direitos dos trabalhadores que permitam a ampliação das políticas sociais”, diz o texto, que atendeu às pressões da CUT e de outras forças sindicais.

Em relação ao rompimento com o PMDB, a proposta foi rejeitada, mas o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi hostilizado por militantes petistas. Era possível ouvir gritos de "Fora Cunha".

Um dos mais momentos de mais tensão durante a votação das emendas foi da retomada da CPMF, proposta pela tendência Novo Rumo, do presidente da legenda, Rui Falcão. A proposta foi rejeitada por 350 votos contra e 302 a favor.

Publicada no dia 13 de junho de 2015, às 13h

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