Política

Cunha recua e diz que vai consultar o STF antes de voltar à Câmara

Publicado em 21/05/2016, às 07h46   Reprodução   Redação Bocão News (twitter: @bocaonews)

Na noite de sexta-feira (20), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou, na noite desta sexta-feira, que pretende procurar o Supremo Tribunal Federal (STF) para esclarecer o que pode fazer durante a suspensão antes de voltar a frequentar a Casa. Afastado do mandato de deputado e da presidência da Câmara, na quinta, ele havia dito que voltaria ao gabinete na segunda-feira. 
Conforme O Globo, a decisão foi criticada por parlamentares, e o relator do Conselho de Ética que analisa a denúncia contra ele de quebra decoro parlamentar disse que a atitude poderia configurar uma afronta ao STF.
Cunha voltou a dizer que as denúncias contra ele no STF são “ilações” do procurador-geral Rodrigo Janot, a quem acusou, novamente, de celeridade e seletividade em processos contra ele. Negou que tenha indicado Jorge Zelada para a diretoria da Petrobras e afirmou que a única indicação que ele fez a Furnas foi do ex-prefeito do Rio, Luiz Paulo Conde, mas ressaltou que foi uma atitude da “bancada do PMDB do Rio com o ex-governador Sérgio Cabral”. O deputado afastado também rejeitou a afirmação de que tenha indicado nomes para o governo de Michel Temer, entre eles, o novo líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE).
Com informações de O GloboNa noite de sexta-feira (20), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou, na noite desta sexta-feira, que pretende procurar o Supremo Tribunal Federal (STF) para esclarecer o que pode fazer durante a suspensão antes de voltar a frequentar a Casa. Afastado do mandato de deputado e da presidência da Câmara, na quinta, ele havia dito que voltaria ao gabinete na segunda-feira. 
Conforme O Globo, a decisão foi criticada por parlamentares, e o relator do Conselho de Ética que analisa a denúncia contra ele de quebra decoro parlamentar disse que a atitude poderia configurar uma afronta ao STF.
Cunha voltou a dizer que as denúncias contra ele no STF são “ilações” do procurador-geral Rodrigo Janot, a quem acusou, novamente, de celeridade e seletividade em processos contra ele. Negou que tenha indicado Jorge Zelada para a diretoria da Petrobras e afirmou que a única indicação que ele fez a Furnas foi do ex-prefeito do Rio, Luiz Paulo Conde, mas ressaltou que foi uma atitude da “bancada do PMDB do Rio com o ex-governador Sérgio Cabral”. O deputado afastado também rejeitou a afirmação de que tenha indicado nomes para o governo de Michel Temer, entre eles, o novo líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE).
Com informações de O Globo

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