Política
Publicado em 28/05/2025, às 17h30 Reprodução / Youtube Redação
Um dia após ficar sem sessão por conta da invasão ao plenário de um grupo de servidores do judiciário baiano que estão em greve, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) voltou aos trabalhos nesta quarta-feira (28).
Apesar disso, como era esperado, a sessão durou pouco mais de 30 minutos. No plenário, estavam presentes apenas os deputados Samuel Júnior (Republicanos), que conduziu a sessão, Hilton Coelho (PSOL), José de Arimatéia (Republicanos) e Diego Castro (PL). Em menor número, servidores do judiciário comparecem nas galerias.
Na terça (28), a presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), repudiou a invasão do plenário da câmara. “Nosso compromisso com o diálogo e com os direitos dos trabalhadores permanece firme. Mas a invasão de um espaço democrático, como o plenário desta Casa, rompe qualquer possibilidade de construção coletiva e impede o funcionamento legítimo do Parlamento”, afirmou.
De acordo com nota divulgada pela Alba, os sindicalistas atrapalharam o rito da sessão e colocaram a integridade dos parlamentares, dos demais servidores e do patrimônio público em risco. Devido a isso, a presidente cancelou os trabalhos por motivo de segurança.
A categoria cobra a aprovação do projeto de lei sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), que foi protocolado na Casa na semana passada. Os servidores apontam que o atual PCCV está defasado e não acompanha a evolução das funções desempenhadas pelos servidores do Judiciário baiano.
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