Política

Após morte do pai na prisão, filha desabafa e revela desejo a Moraes após sanção de Trump

Para Luiza, a decisão de Trump representa um “sinal de mudança”  |  Agência Brasil/Reprodução

Publicado em 01/08/2025, às 09h57   Agência Brasil/Reprodução   Rebeca Santos

Filha de Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como  “patriota” que morreu no presídio da Papuda após passar mal, Luiza disse desejar ver o ministro Alexandre de Moraes (STF) “punido dentro dos limites legais”, após o governo Trump anunciar sanções contra o magistrado com base na Lei Magnitsky.

“Eu desejo que ele [Moraes] pague por todas as ilegalidades que cometeu, mas, diferentemente do que ele fez com tantos outros, dentro dos limites da lei”, afirmou Luiza Cunha.

Segundo informações do Metrópoles, para ela, a decisão do governo dos Estados Unidos representa um “sinal de mudança”.

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“É impossível não sentir algo diante dessa notícia. Ver a comunidade internacional reconhecer violações de direitos humanos por parte de quem concentra tanto poder aqui dentro já representa uma mudança importante”, disse.

“É um sinal de que a verdade está começando a alcançar lugares onde a censura não chega. E pra mim, que tenho lutado por justiça com responsabilidade e fé, é também um sinal de que todo o desgaste e sofrimento que passamos até hoje, e a morte do meu pai, não foram em vão”, finalizou.

Morte de Clezão

Cleriston morreu em novembro de 2023, aos 46 anos, após um infarto fulminante durante banho de sol na prisão. Conhecido como “Clezão”, ele foi preso por participar das invasões dos Três Poderes no 8 de Janeiro, em Brasília.

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