Política

Após repercussão negativa, Hugo Motta se diz “indignado” com violência na Câmara

Assessoria de Hugo Motta afirma que ação policial não foi autorizada e que investigação será realizada sobre o ocorrido  |  Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Publicado em 10/12/2025, às 11h10   Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados   Lucas Pacheco

A mando de Hugo Motta (Republicanos-PB), um de seus auxiliares se reuniu, durante a madrugada desta quarta-feira (10), com Victor Ohana, presidente do Comitê de Imprensa da Câmara, para afirmar que o presidente da Casa está “indignado” com a ação da Polícia Legislativa contra os jornalistas no plenário na terça (09).

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Profissionais de vários veículos de imprensa foram retirados de forma forçada do plenário enquanto estavam cobrindo a ocupação da cadeira da presidência pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ). Durante o tumulto, diversos profissionais foram agredidos por integrantes da polícia legislativa e da segurança da Câmara. 

Gilclécio Lucena, assessor de comunicação de Hugo Motta,  disse a Victor Ohana que o paraibano não autorizou a ação da Adepol nem a proibição de acesso, e afirmou que o caso será apurado.

Entretanto, o policial legislativo Marcelo Guedes de Resende, Diretor da Coordenação de Segurança Orgânica da Câmra dos Deputados e que coordenava a segurança no plenário no momento do tumulto que culminou na agressão a jornalistas, desmentiu o presidente da cas, e disse que partiu do deputado as ordens para retirar todos os profissionais da imprensa do local. 

O entorno de Hugo Motta aponta que houve "erro estrutural” no protocolo da Câmara e a Federação Nacional dos Jornalistas e o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal emitiram uma nota repudiando “veementemente” o episódio de violência e o corte do sinal da TV Câmara durante a retirada de Glauber Braga.

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