Política
Publicado em 10/06/2026, às 13h29 Lucas Pacheco / BNEWS Lucas Pacheco de Luís Eduardo Magalhães e Anderson Ramos
A pré-candidata a deputada federal Raíssa Soares (PL) exaltou a vinda à Bahia do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).
O filho mais velho de Jair Bolsonaro arrastou uma multidão de apoiadores durante sua ida a Bahia Farm Show em Luís Eduardo Magalhães, na terça-feira (9).
Em entrevista ao BNews direto da feira de agronegócio, Raíssa avaliou que a recepção calorosa recebida por Flávio indica a vontade de mudança do eleitor baiano.
“A Bahia esteve aqui com força inclusive de lideranças que acreditam nesse movimento, nessa onda para a gente mudar o cenário baiano. Nós temos 20 anos em que o PT governa, eu acho que o próprio baiano quer um novo fôlego [...] Nós estamos vendo muitas promessas e pouca execução e precisamos agora recuperar quatro anos, fazer quatro anos virar 40 anos de evolução da Bahia. O povo baiano já acordou e está entendendo que nesse movimento político agora nós vamos buscar a mudança do governo e mudar a Presidência da República para a gente voltar na pujança de desenvolvimento”, afirmou.
Na ocasião, a pré-candidata rebateu uma afirmação feita pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) que afirmou que antes do PT o Oeste baiano era uma região esquecida. O governador comentou sobre um movimento do passado que chegou a alimentar debates sobre a criação de "um novo estado".
Para Raíssa, o argumentou não se sustenta. “Se o governo realmente quisesse fazer essa região melhorar, ele teria, por exemplo, colocado permissão para aumentar a rede de energia nessa região para que o grande produtor que tem capacidade de ampliar sua colheita e seu plantio pudesse crescer. Eles não expandem a produção porque a conta da energia elétrica é a mais cara do Brasil e não vale a pena. Então o governador deveria ser mais coerente para dizer que o estado está investindo na região e permitindo que o grande produtor expanda. A Bahia seria a maior exportadora de vários grãos, mas isso não acontece porque o governo não permite que as suas tarifas sejam baixas para esse agricultor”, disse.
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