Política
Publicado em 15/12/2024, às 11h55 Guilherme Cunha/Alerj/Arquivo Cadastrado por Daniel Serrano
A próxima semana será a última antes da Câmara dos Deputados entrar em recesso. Ao longo, desses dias, estão previstas sessões para apreciar uma lista de pendências. No entanto, o processo de cassação do deputado federal Chiquinho Brazão não deve ser apreciado pelos parlamentares.
Brazão foi preso em março deste ano após ser apontados como mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
A cassação de Brazão foi aprovada pelo Conselho de Ética em agosto. Depois, a na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) rejeitou o recurso da defesa contra a cassação por 57 votos a 2, em de setembro. Desde então, o processo paralisou na Câmara. Caso o pedido de cassação não seja levado ao plenário, as decisões serão descartadas.
A decisão de pautar o processo de cassação contra um parlamentar é prerrogativa única e exclusiva do presidente da Câmara e Arthur Lira (PP-AL) não deu sinais de que a cassação vai ser votada na última semana de trabalhos da Casa.
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