Política
Publicado em 17/01/2025, às 10h52 Reprodução/Pixabay Rebeca Santos
Um total de 127 prisioneiros foram libertados em Cuba, incluindo o líder da oposição José Daniel Ferrer, como parte de um acordo negociado com a Igreja Católica após a remoção da ilha da lista dos Estados Unidos de países que apoiam o terrorismo.
O acordo de Biden de retirar o país da lista de Washington de patrocinadores do terrorismo é parte de uma tentativa de última hora para consolidar seu legado antes de entregar o poder a Donald Trump, na segunda-feira (20).
Cuba deu início à libertação de prisioneiros após acordo com o presidente dos EUA, Joe Biden. O acordo retira a ilha da lista de patrocinadores do terrorismo. Dentre os nomes mais relevante da lista, está o de José Daniel Ferrer.
Em troca de ser retirado da lista de terrorismo dos EUA, que inclui Coreia do Norte, Irã e Síria, a empobrecida Cuba prometeu libertar 553 pessoas — muitas das quais, segundo a administração Biden, são “prisioneiros políticos”.
O líder da oposição, Ferrer, 54 anos, era o nome de maior relevância da lista. “Graças a Deus ele está em casa”, disse Nelva Ortega à AFP, sobre o marido, que esteve preso e em liberdade várias vezes nas últimas duas décadas. Sua última prisão durou três anos e meio.
Lula critica golpistas "travestidos de políticos" e defende combate às fake news
Pessoa da Bahia usa indevidamente CPF de Haddad e Ministério da Fazenda solicita investigação da PF