Política

De piercing a relógios: veja o que os alunos não poderão utilizar nas escolas cívico-militares

É obrigatório aos alunos o uso diário do fardamento, composto por calça, camisa social e boina  |  Reprodução: Montagem

Publicado em 28/05/2024, às 14h06   Reprodução: Montagem   Rebeca Silva

Após a aprovação da lei que implementou as escolas cívico-militares em São Paulo, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) precisa definir as regras que os alunos deverão seguir nas escolas, os vetos podem ser namoros (beijos, troca de carinhos) e restrições a vestuário e cortes de cabelo.

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O secretário executivo de Educação, Vinícius Neiva, deu uma declaração afirmando que o governo vai divulgar as normas das escolas.

“Estávamos aguardando a sanção da lei para que a gente pudesse soltar esses detalhes que ainda não foram divulgados”, declarou.

A lei sancionada pelo governo Tarcísio segue o mesmo caminho do programa de militarização implementado no Paraná, criado pelo atual secretário paulista da Educação, Renato Feder.

No Paraná, a regra proíbe manifestação de namoro não só dentro das escolas de ensino como nas proximidades. É proibido fumar na escola ou nos arredores mesmo que o estudante em questão não esteja com o fardamento da escola.

É obrigatório aos alunos o uso diário do fardamento, composto por calça, camisa social e boina. A camisa deve ser usada dentro da calça, enquanto sapatos e cintos precisam ser da cor preta.
Caso as normas sejam descumpridas, os alunos são advertidos.

Regras

Nas escolas cívico-militares paranaenses é proibido tirar fotos e gravações de vídeo e áudio sem a autorização dos docentes. Também é proibido o uso de piercings e alargadores, mesmo que cobertos.

Colares, pulseiras, relógios, anéis e tornozeleiras podem ser usados de forma discreta.

Classificação Indicativa: Livre


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