Política
Publicado em 16/09/2026, às 13h10 - Atualizado às 13h10 Bruno Peres/Agência Brasil Matheus Simoni
A sessão que marcou o início da análise, por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), da investigação sobre o relatório produzido pela Polícia Federal, no âmbito do caso Master, teve uma declaração do ministro Flávio Dino que anda repercutindo nos bastidores. Isso porque, ao chegar ao plenário, o magistrado afirmou que chegou atrasado porque estava "decretando prisão de gente".
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A manifestação, embora simples, acendeu o alerta por quem anda por Brasília e advogados por conta de Dino ser o relator das investigações sobre o filme “Dark Horse”, que trata da vida de Jair Bolsonaro. Além disso, Dino também é responsável pela relatoria da investigação sobre desvios de emendas parlamentares.
Na última semana, a Polícia Federal alcançou o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado de André Mendonça e integrante da bancada evangélica, após Dino determinar busca e apreensão.
O ministro também é relator de um dos inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por tráfico de influência, e do chamado Caso dos Respiradores do Consórcio Nordeste, originada de apurações sobre compras de equipamentos de saúde durante a pandemia.
A fala de Dino ocorreu em momento de descontração no plenário, como é de costume da parte dele, direcionada ao presidente da Corte, Edson Fachin. Veja:
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