Política
Publicado em 27/06/2026, às 20h05 Gustavo Moreno / STF Carolina Papa
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) contestou que a apreensão de uma arma registrada no nome do ex-presidente seja caracterizada como “falta grave disciplinar”. As informações são da coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles.
A informação consta em uma manifestação enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no sábado (27). No documento, a defesa de Jair Bolsonaro pede que seja afastado o reconhecimento de falta grave” e que o regime de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro seja prorrogado.
O prazo estabelecido para análise da continuidade da prisão domiciliar foi de 90 dias, que chega ao fim nesta semana. Porém, Bolsonaro teve uma alma que foi apreendida com um militar do Exército durante uma blitz da Polícia Militar no Distrito Federal.
A defesa argumenta ainda que o armamento estava na residência de Bolsonaro antes da detenção e que tinha registro válido, além de se tornar inoperante por falta de percussor.
Os advogados sustentam que o item foi retirado da casa por um servidor apenas para reparos técnicos, inexistindo dolo ou intenção de burlar a fiscalização.
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