Política

Deputada pede que presidente da Conmebol seja “persona non grata” em território brasileiro

A deputada definiu as palavras como “ofensas criminosas” ao comparar os brasileiros com macacos  |  Reprodução CONMEBOL

Publicado em 19/03/2025, às 08h22   Reprodução CONMEBOL   Rebeca Santos

A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) declarou na última terça-feira (18) que está processando o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, por racismo e solicitou ao Itamaraty que o declare “persona non grata” no Brasil.

A medida da parlamentar foi tomada após o dirigente da confederação responsável pelo futebol sul-americano se referir aos times brasileiros que participam da Libertadores da América como “Chita”, o chimpanzé que acompanha Tarzan.

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“Isso seria como Tarzan sem Chita. Impossível”, disse Alejandro em evento oficial da Conmebol, quando perguntado sobre uma possível ausência das equipes brasileiras na competição.

A deputada definiu as palavras como “ofensas criminosas” ao comparar os brasileiros com macacos. Uma fala racista.

“E é absurdo que essas palavras tenham saído da boca de quem deveria justamente prezar pelo mais alto nível nas competições esportivas, dentro e fora de campo. Mas se a CONMEBOL e seu Presidente são incapazes disso, o problema é deles – inclusive na Justiça. Porque, se depender de nós, o Brasil entregará excelência sempre, tanto nos esportes quanto no combate ao racismo e à discriminação”.

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