Política
Publicado em 08/10/2026, às 21h03 Foto: Reprodução / redes sociais Natane Ramos
A deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) se manifestou sobre as críticas que vem recebendo após assumir o cargo. A deputada ficou conhecida por discursos polêmicos em que se intitula "inimiga das feministas".
Eduarda Campopiano declarou que apoia o voto feminino, apesar das suas recentes declarações polêmicas. "Todo mundo começou a falar que eu sou contra o voto feminino. Eu nunca falei isso. A minha questão é, o movimento feminista se apropria de uma luta que é de toda a sociedade. Existiam homens e existiam mulheres trabalhando para que o sufrágio universal chegasse ao Brasil. As minhas feministas que dizem que as mulheres estavam sendo proibidas, dizem que as mulheres conquistaram. Só que se os homens mandavam, como que elas teriam conquistado isso sem o apoio deles?", declarou.
Durante o discurso, Campopiano também alfinetou Erika Hilton. "A maioria das pessoas jovens que votam em mim são meninas que pensam como eu. Acho que o pessoal da esquerda tinha uma expectativa muito grande de que a candidatura da mulher mais votada pertencesse a eles. Eles estavam apostando todas as fichas na Erika Hilton, por exemplo, que é mulher trans. Mas, enfim, eles só respeitam a mulher que segue o discurso ideológico defendido por eles", relatou.
A deputada estadual de SP também revelou que não tomou a vacina. "Quem comprou essa vacina foi o Bolsonaro e a nossa briga era para que quem quer tomar possa tomar e quem não quer tomar pudesse também não tomar, para que a gente não tivesse a revolta da vacina com o sarampo de novo. Em geral, as outras eu tenho todas sim. Quando eu falo que a guerra é espiritual, até então nem eu mesma tinha passado por uma provação de fé tão forte. A gente tá passando por isso agora. Então, quem votou em mim já sabe de tudo isso, sabe dos meus posicionamentos. E esses ataques não estão partindo de quem tá do meu lado. O segundo turno tá batendo na nossa porta", relatou.
"E o que a extrema esquerda quer é tentar pintar a caveira de candidatos que tiveram o apoio do suave Bolsonaro para tentar arrancar voto dele. Tem que tomar muito cuidado e o eleitor está cada vez mais atento, o eleitor está cada vez mais esperto. E é por isso que os ataques estão ficando cada vez mais baixos, porque enganar as pessoas está ficando mais difícil", concluiu.
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