Política
Publicado em 12/10/2026, às 12h23 Ricardo Stuckert/Campanha de Lula e Charles Vieira/Campanha de Flávio Bolsonaro Eduardo Costa
Em uma eleição marcada por polêmicas envolvendo a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, os dois candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), dedicaram este feriado de 12 de outubro para irem às missas.
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Na parte da manhã, Lula, que é católico, realizou uma missa restrita na capela do Palácio da Alvorada. O petista convidou um grupo restrito de convidados para acompanhar a celebração, entre eles o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
Já Flávio, que é evangélico, participa de uma missa na Catedral de Brasília com seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL).
A data ganhou um peso eleitoral após a campanha de Lula explorar nas redes sociais que Flávio, caso eleito, iria retirar da santa o título de Padroeira do Brasil.
Por mais que ganhou impulsionamento, a ideia nunca foi proposta ou falada por Flávio. As publicações nas redes sociais faziam referência a um projeto de lei arquivado há quase 20 anos que tinha o objetivo de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a remoção de publicações que apresentassem como fato que Flávio teria proposto, apoiado, apresentado ou articulado concretamente alguma medida para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
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