Política

Flávio Bolsonaro sugere que veto de Moraes a assessor dos EUA pode gerar taxas contra o Brasil

Moraes argumenta que assessor dos EUA não possui agenda diplomática no Brasil e vetou visita a Bolsonaro  |  Reprodução / Rosinei Coutinho/SCO/STF e BNEWS

Publicado em 13/03/2026, às 07h36   Reprodução / Rosinei Coutinho/SCO/STF e BNEWS   Yuri Pastori

O veto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a visita do assessor sênior do Departamento de Estado do governo Donald Trump, Darren Beattie, a Jair Bolsonaro na prisão pode gerar taxação ao Brasil. O pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), insinuou, nas redes sociais, que a medida poderia ser adotada pelos Estados Unidos.

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Moraes reformou a decisão que havia autorizado a visita ao ex-presidente, na última quinta-feira (12).  “Alexandre de Moraes, mais uma vez, arrumado [sic] confusão com os EUA por nada! Depois taxam o Brasil e vão querer colocar na nossa conta”, disse o filho de Bolsonaro.

O magistrado argumentou que Beattie não tem agenda diplomática no Brasil que justificasse a visita. Segundo Moraes, o visto dele é destinado unicamente à participação em um fórum privado. De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, a visita do assessor ao Brasil tem o intuito de promover interesses do país e promover a agenda de política externa ‘América Primeiro’.

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