Política
Publicado em 29/04/2025, às 23h29 Reprodução Redação BNews
Uma das pessoas investigadas na operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) nas fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fez 33 viagens em menos de um ano, ostentando uma vida de luxo. Cecília Rodrigues Mota passou por destinos internacionais como Paris, Dubai e Lisboa.
Cecília foi alvo de mandado de busca e apreensão na semana passada, quando foi deflagrada a operação "Sem Desconto", que investiga um esquema criminoso que movimentou ao menos R$ 6 bilhões em fraudes contra aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024 por meio do Instituto Nacional do Seguro Social.
A advogada foi presidente de duas associações suspeitas no esquema de cobranças e é apontada pela PF como a operadora de propinas a servidores.
A investigação revelou um amplo esquema de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões. A PF afirma que associações cadastravam pessoas sem autorização, com assinaturas falsas, para descontar mensalidades dos benefícios pagos pelo INSS.
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