Polícia
A prisão em flagrante do ex-ator da Globo, Marco Furlan, investigado por suspeita de estuprar uma criança de 5 anos durante uma festa de aniversário em Pindamonhangaba (SP), pode ter novos desdobramentos. A Polícia Civil aguarda autorização da Justiça para acessar celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos do artista, em busca de possíveis provas que possam ampliar as investigações.
Segundo informações da coluna True Crime, do jornal O Globo, os investigadores trabalham com a hipótese de que o material armazenado nos aparelhos possa revelar a existência de outros crimes e até mesmo indicar uma eventual ligação do ator com terceiros envolvidos em delitos contra crianças. Até o momento, essa linha de investigação é tratada como uma suspeita, sem confirmação pelas autoridades.
Polícia quer acessar celulares e computadores do ator
Para avançar nessa etapa da investigação, a Polícia Civil depende de autorização judicial para apreender e periciar os equipamentos eletrônicos do ator. O objetivo é analisar mensagens, arquivos, fotos, vídeos e demais registros digitais que possam contribuir para o esclarecimento do caso.
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Os investigadores acreditam que o conteúdo dos aparelhos poderá indicar se houve outros episódios semelhantes ou qualquer tipo de conexão com possíveis envolvidos em crimes de exploração sexual infantil. Até o momento, nenhuma conclusão foi divulgada oficialmente.
Mães procuraram a polícia após a prisão
A investigação também ganhou novos relatos após a divulgação do caso. De acordo com o O Globo, algumas mães compareceram à delegacia para informar que Marco Furlan mantinha contato frequente e demonstrava proximidade com outras crianças.
Os depoimentos serão analisados pela Polícia Civil, que busca verificar se há elementos que justifiquem o aprofundamento das investigações. Até o momento, não há confirmação de novas vítimas, e as autoridades seguem apurando todas as informações recebidas.
Marco Furlan foi preso em flagrante após a denúncia de que teria abusado de um menino de 5 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), durante uma festa de aniversário no interior de São Paulo.
Desde a prisão, o ator apresentou versões diferentes sobre o ocorrido. Em um primeiro momento, afirmou que não se lembrava do episódio. Depois, alegou que, por estar embriagado, teria confundido a criança com sua namorada, que sequer estava presente no evento.
Após a repercussão do caso, os perfis de Marco Furlan nas redes sociais foram retirados do ar. No entanto, seu perfil em um aplicativo de relacionamento continuava ativo nos dias seguintes à prisão.
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