Política

Jerônimo detalha participação de Lula em sua campanha à reeleição; veja

O governador afirma que secretários se afastarão para a campanha, mas garante que o governo continuará funcionando normalmente.  |  Héber Araújo/ BNews

Publicado em 13/07/2026, às 20h03 - Atualizado às 20h03   Héber Araújo/ BNews   Héber Araújo e Daniel Serrano

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) detalhou nesta segunda-feira (13) como deve ser a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em sua campanha à reeleição no Governo da Bahia. Assim como o chefe do Executivo baiano, o chefe do Palácio do Planalto também vai disputar a reeleição. 

Em entrevista coletiva antes de uma reunião com integrante de sua base aliada, Jerônimo revelou que o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, estarão em Salvador, nesta quarta-feira (15), para a apresentação de um guia para a organização das bases petistas em todo o país. 

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"Olha, nós convidamos o presidente Lula. Vai ser importante uma passada dele aqui. Agora na quarta-feira, vai estar aqui conosco o presidente do PT, Edinho. Vai estar lançando os coletivos da campanha conosco. Vai estar presente um dos representantes do presidente Lula, que é o ministro Boulos", disse o governador.

"Nós vamos querer fazer uma coordenação de campanha casada. Nós aqui representaremos a candidatura do presidente Lula. E é importante que ele possa botar o pé aqui. Estaremos aguardando qual o desenho. A gente vai discutir com ele a presença dele aqui em Salvador, ou em interior grande. Isso a campanha vai anunciar já já", emendou. 

Jerônimo afirmou ainda que alguns secretários irão se afastar de seus cargos para auxiliar na campanha. No entanto, o petista garantiu que o governo não vai parar por conta das eleições. 

"Nós precisaremos dos secretários e secretárias que têm uma atuação dentro de tua ação. O governo não vai parar. Não vou trocar secretário para poder entrar em campanha. Até porque o governo continua. Estou falando de mais dois meses e meio aí, três meses até acalmar os ânimos eleitorais. Nós não vamos prejudicar as ações de governo por conta das eleições", declarou.

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