Política
Publicado em 20/08/2024, às 10h54 Joilson César/BNews Rebeca Silva e Daniel Serrano
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) tratou de rebater, nesta terça-feira (20), as críticas feitas pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), ao vice-governador e candidato à prefeitura da capital baiana, Geraldo Júnior (MDB).
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O ex-gestor municipal vem chamando o emedebista de “lero-lero” e “oportunista” pelo fato de ter deixado o seu grupo político, em 2022, para passar a integrar a base de apoio do PT.
Em entrevista coletiva durante a entrega de 59 veículos para auxiliar o sistema de saúde de todo o Estado, Jerônimo Rodrigues destacou que Geraldo passou a integrar o seu grupo político em um momento em que ele aparecia com 2% a 5% nas pesquisas de intenção de voto na eleição para o governo da Bahia e que, mesmo já integrando um grupo com uma “teórica candidatura eleita”, o emedebista migrou para o grupo político liderado pelo PT.
“Nós fomos buscar Geraldo no outro time, todo mundo sabe. Geraldo não veio pra cá caído do céu. Fomos nós – Wagner, Rui, eu e Otto – fomos lá convidar Geraldo para vim. Geraldo veio em um momento em que a eleição não tava ganha. Geraldo conversou comigo [quando aparecia nas pesquisas] com 2% 3% 4%ou 5%. Então, onde é que está o oportunismo? Ele largou lá. Uma teórica candidatura eleita e vem pra cá e [a oposição] vem dizer que é baratino isso”, disse Jerônimo.
“Eu não sei o que ele está fazendo. Deve tá sem o que fazer. Tá procurando ocupação. A Bahia precisa de gente trabalhando. Salvador precisa de gente trabalhando”, alfinetou.
O governador ainda aproveitou para elogiar a trajetória política de Geraldo Júnior e garantiu que o emedebista está pronto para assumir a prefeitura de Salvador.
“Geraldo Júnior tá pronto. Geraldo Júnior conhece o município de Salvador. Geraldo Júnior foi gestor, ele foi secretário municipal. Então ele não é inexperiente. Geraldo dirigiu uma Câmara de Vereadores [a de Salvador] com um orçamento muito diferente de muitos municípios baianos. E nesse tempo que Geraldo administrava a secretária, que foi presidente da Câmara, ele dava baratino? É isso que ele [ACM Neto] tá dizendo? Não dava. Nós, naquela época, respeitávamos Geraldo. Ele era um querido entre nós mesmo estando do outro lado”, disse.
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