Política
Publicado em 09/07/2026, às 09h03 Devid Santana / Bnews Yuri Pastori
O pré-candidato ao Senado João Roma (PL) disse, durante o programa Giro Baiana, na rádio Baiana (89,3FM), na manhã desta quinta-feira (9), que não acredita que atuação dos Estados Unidos em aplicar tarifas ao Brasil seja norteada pela relação pessoal com uma pessoa ou outra em resposta a um questionamento sobre a atuação de Flávio Bolsonaro (PL) no país norte-americano.
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“Eu acho muito improvável que o movimento global dos Estados Unidos da América, o país certamente mais poderoso do grupo terrestre, com todas as instituições seja lastreado por uma opinião e um aproach de relação”, afirmou.
Roma disse que esse tipo de conduta poderia acontecer em um país com uma estrutura menor e não com os EUA. “Existem demandas e que eu vejo que a política do Brasil está muito mal. O Brasil, nesse período todo, se aliou na contramão do mundo e isso traz consequências. Ao invés de Lula está buscando caminhos e que possa ter parceiros que possa contribuir para o seu desenvolvimento tem sobescrito agendas passadas e reprovadas em todo o mundo de uma maneira geral”, declarou.
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