Política
Publicado em 09/01/2025, às 18h11 Reprodução Redes Sociais Redação
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, foi liberada após ter sido detida enquanto saía de uma manifestação contra o presidente Nicolás Maduro na região de Caracas, nesta quinta-feira (9).
María Corina fez a primeira aparição pública em cinco meses nesta quinta-feira, ao discursar para manifestantes na região de Chacao, nos arredores da capital venezuelana.
De acordo com o G1, membros do governo Maduro negaram a prisão e chamaram o caso de "distração" e "ideia vendida" pela direita.
O partido da opositora disse em uma rede social que membros do regime atacaram motos que estavam transportando María Corina. Houve disparos de armas de fogo, segundo a oposição.
O líder opositor venezuelano Edmundo González Urrutia, que reivindica vitória nas últimas eleições presidenciais no país, exigiu a libertação imediata de sua aliada.
"Como presidente eleito, exijo a libertação imediata de María Corina Machado. Às forças de segurança que a sequestraram eu digo: não brinquem com fogo."
O presidente da Argentina, Javier Milei, também se manifestou e condenou a ação governo Maduro
"Em uma operação digna das piores ditaduras da história, agentes do regime de Maduro dispararam contra sua escolta e a sequestraram violentamente em frente a milhares de manifestantes (...) A um dia da posse do presidente eleito Edmundo González, o ditador Nicolás Maduro dá uma demonstração de força atacando a maior referência em favor de uma Venezuela livre e democrática.
Outra liderança da América Latina a reagir foi o presidente do Panamá, José Raúl Mulino. "O Panamá exige e exige a plena liberdade de María Corina Machado, bem como o respeito pela sua integridade pessoal. O regime ditatorial é responsável pela sua vida!"
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