Política
Publicado em 03/07/2024, às 11h50 Reprodução/Câmara Municipal de São Paulo Pedro Moraes
Um “estreito relacionamento” entre o vereador Milton Leite (União Brasil) e a direção de uma empresa ligada à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi constatada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). De acordo com o portal UOL, há indícios de uma “relação de apoio”, conforme indicado em mais de mil páginas de documentos reunidos pela investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) do MP-SP.
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A relação seria entre o presidente da Câmara Municipal da capital e a Transwolff, empresa de ônibus acusada de lavar dinheiro para o grupo criminoso. Na visão de MP-SP, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como ‘Pandora’, ex-presidente e dono da Transwolff, e outros dirigentes da empresa são apontados como envolvidos com o PCC.
Nesse sentido, os sigilos fiscal e bancário de Leite foram quebrados com autorização da Justiça. No geral, ele é citado em emails e mensagens de WhatsApp dos investigados. Vale lembrar que Pandora, que é um deles, foi preso na Operação Fim da Linha, porém recebeu a liberdade após um habeas corpus.
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