Política
Publicado em 09/10/2026, às 08h16 Ricardo Stuckert/Campanha de Lula Eduardo Costa
Quando era pré-candidato à Presidência da República em 2018, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propôs no seu plano de governo reescrever a Constituição Federal. As informações foram
Naquele ano, Lula não disputou às eleições porque estava preso e inelegível, devido às condenações que sofreu na Operação Lava Jato.
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Na primeira versão de seu plano de governo em 2018, o petista propôs "mudar a Constituição" e convocar uma “nova Assembleia Constituinte”, para criar a oitava Constituição da história do Brasil.
“Para assegurar as conquistas democráticas inscritas na Constituição de 1988, as reformas estruturais indicadas neste Plano e a reforma das Instituições, é necessário um novo Processo Constituinte. Para tanto, construiremos as condições de sustentação social para a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, livre, democrática, soberana e unicameral, eleita para este fim nos moldes da reforma política que preconizamos. O governo do presidente Lula participará logo após a posse da elaboração de um amplo roteiro de debates sobre os grandes temas nacionais e sobre o formato da Constituinte”, dizia a versão inicial do texto.
Na época, o então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, foi contra a proposta e afirmou que ela inviabilizaria a “estabilidade institucional” conquistada pelo Brasil desde 1988.
Por conta das reações contrárias, Fernando Haddad (PT), que concorreu à presidência no lugar de Lula, removeu o trecho do plano de governo.
Na sabatina concedida ao Jornal Nacional em 2018, Haddad disse que havia recuado da ideia e que iria propor as reformas necessárias por meio de emendas constitucionais.
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