Política
Publicado em 23/02/2026, às 07h28 Vice-presidência da Vezezuela Yuri Pastori
Mais de 200 presos políticos na Venezuela entraram em greve de fome. Segundo familiares dos detidos, a manifestação começou na noite da última sexta-feira (20) na prisão Rodeo 1, nos arredores de Caracas.
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Os manifestantes contestam a Lei de Anistia, aprovada pela Assembleia na quinta-feira (20) com o apoio da líder interina Delcy Rodríguez, por excluir casos de militares acusados de terrorismo - acusação comum contra críticos do regime, que são a maioria dos presos.
Na semana passada, familiares fizeram uma greve de fome em frente a outra prisão. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) dá assistência a quem está aderindo a greve de fome.
O líder da Assembleia, Jorge Rodríguez, afirmou que 1.500 presos políticos solicitaram sua libertação por meio da norma. O partido Vente Venezuela, da vencedora do Prêmio Nobel da Paz María Corina Machado, disse que pelo menos sete de seus dirigentes foram libertados.
Além deles, foi libertado também Pedro Guanipa, irmão do aliado de Machado e ex-deputado Juan Pablo Guanipa.
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