Política

Marçal rifa funcionário para se livrar de ação por cortes pagos

Marçal teria pago seguidores para promover sua campanha nas redes sociais durante a pré-campanha  |  Reprodução

Publicado em 10/09/2024, às 11h22   Reprodução   Rebeca Silva

O candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), se movimentou para convencer a Justiça Eleitoral de que não pagou por cortes de vídeos de seguidores durante a campanha. Ele passou a rifar seus próprios aliados.

Pablo afirmou que não tem relação com cortes que, segundo ele, foram realizados por outras pessoas e não teve participação em um campeonato de cortes promovido por seu funcionário.

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Marçal enfrenta um pedido de impugnação de sua candidatura em uma investigação por abuso de poder econômico, conforme denúncia do Ministério Público Eleitoral em São Paulo. O motivo está na alegação de que ele teria pago seguidores para promover sua campanha nas redes sociais durante a pré-campanha, sem informar os gastos à Justiça Eleitoral.

Durante a investigação, o MP Eleitoral determinou que Marçal apresentasse provas de seus seguidores, além de solicitar a quebra do sigilo bancário de suas empresas. 

 Também é alvo desses pedidos do MP Jefferson Zantut, que se apresenta como funcionário da PLX, uma das empresas de Marçal.

Em sua defesa, Marçal não apresentou evidências, apenas argumentou que não fez esses pagamentos, e que esses cortes foram feitos por terceiros, sem sua autorização.

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TagsSão PauloeleiçõesMarçal

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