Política
Publicado em 01/07/2026, às 18h29 Henrique Brinco/ Bnews Bernardo Rego e Henrique Brinco
A ex-vereadora de Salvador e ex-presidente da Funarte, Maria Marighella (PT), participou na noite desta quarta-feira (1º) da reinauguração do Teatro Castro Alves (TCA), no bairro do Campo Grande, em Salvador, que estava fechado há mais de três anos por conta de um incêndio que atingiu o telhado em janeiro de 2023.
Em entrevista ao Bnews, a pré-candidata a deputada federal comentou a importância do TCA para a cultura baiana e disse que essa entrega é uma missão cumprida. "Missão cumprida. Esse que é um equipamento patrimônio da Bahia, patrimônio de Salvador, um equipamento que é o símbolo da cultura soteropolitana, baiana e entrega tanto ao Brasil. Traz uma infraestrutura cultural muito importante, agora totalmente requalificado com padrão internacional, com muitos ajustes, um equipamento que tem uma capacidade de trazer produções do mundo inteiro. É um equipamento promotor de acesso. O governador Jerônimo está se comprometendo com acesso do público a esse equipamento", disse Marighella.
"Mas também lembrar que o equipamento não é só feito para os artistas, ele também ali dentro tem uma prática importante, oferece corpos estáveis à Bahia. E a gente tem que lembrar que aí tem o balé do Teatro Castro Alves, a orquestra do Teatro Castro Alves. Nós precisamos lembrar que aí tem um centro técnico responsável pela técnica, pela arquitetura cênica de espetáculos não apenas que vão se apresentar no teatro, mas é fomento a todos centros técnicos da Bahia gerando espetáculos de não só em Salvador, mas de toda a Bahia", acrescentou.
Ela comentou também sobre o apoio da Fundação Nacional de Artes (Funarte) para que o TCA pudesse ser entregue com as reformas devidas. "Nós precisamos lembrar que a Funarte executou parte dos investimentos por meio de emendas parlamentares, então a gente também se sente muito contemplado e feliz por ter participado desse investimento com a parte técnica, com a requalificação técnica, mas lembrar que quando um equipamento se abre, um teatro se abre, quando a luz do palco se acende outras luzes se acendem com o teatro, a luz da cidade, da segurança, dos serviços, de uma economia, de uma indústria que é sustentável, que é pródiga em geração de emprego, mobilidade social, equidade. O setor cultural é um setor que emprega juventude, mulheres e portanto lembrar que esse equipamento está articulado com outros equipamentos, a gente lembra que do outro lado vem aí o Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural da Caixa, o Teatro Martim Gonçalves, aqui na escola de teatro, o Gamboa, esse equipamento vai ser o coração de uma de uma rede imensa de equipamentos no coração de Salvador e portanto projetar a Bahia para o Brasil e para o mundo", disse Marighella. "Quando a gente investe em cultura, a gente investe em emancipação, autonomia e dignidade do nosso povo", concluiu a gestora.
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