Política

Medo da "cerveja cara": Governo adia imposto do pecado para após as eleições

Regulamentação do Imposto Seletivo será postergada até 2027, visando evitar desgaste político durante as eleições  |  Reprodução / Freepik

Publicado em 25/04/2026, às 12h04   Reprodução / Freepik   Yuri Pastori

O governo Lula deve segurar a regulamentação do Imposto Seletivo (IS), criado com a reforma tributária e conhecido como “imposto do pecado”. A partir de 2027, o tributo incidirá sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como as bebidas alcoólicas.

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De acordo com interlocutores ouvidos pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o projeto de lei, que já estava formatado pela Fazenda, será encaminhado pela equipe econômica apenas após as eleições. A edição de uma Medida Provisória ao invés de um PL é estudada.

O Planalto e aliados de Lula avaliam que a discussão poderia causar mais desgaste ao petista e armaria a oposição, que poderia explorar a tributação das bebidas e a “cerveja mais cara”, que junto com a picanha se tornaram um dos símbolos da campanha petista.

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