Política

Michelle não deve ir ao lançamento da candidatura de Flávio e trabalha para inviabilizar enteado na disputa à presidência

Ex-primeira-dama ainda avalia se vai ser candidata ao Senado pelo DF  |  Reprodução

Publicado em 17/07/2026, às 11h45   Reprodução   Anderson Ramos

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não deve comparecer ao lançamento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O evento está marcado para acontecer no dia 25 de julho, em São Paulo. A informação foi revelada pelo jornalista Luís Costa Pinto, do site ICL Notícias.

Ainda de acordo com o comunicador, a ausência da ex-primeira-dama pode ser explicada porque ela pretende trabalhar contra a candidatura do enteado e apoiar outro nome na disputa pelo Palácio do Planalto.

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No momento ela está muito empenhada em tornar inviável a candidatura de Flávio à presidência com o argumento de que ela pode costurar uma aliança com PL com outros partidos da direita e do centrão para que eles sigam juntos com outra candidatura que não seja de Flávio Bolsonaro”, informou.

Ainda segundo o jornalista, Michelle também estaria decidida a não concorrer a nenhum cargo neste ano, apesar de liderar as pesquisas de intenção de voto para o Senado.

“Já é decisão dela não ir, como ela está mantendo a decisão de não ser candidata ao Senado. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, que vai disputar a reeleição, pretende fazer um apelo dizendo que vai pedir pessoal para que Michelle venha a ser candidata pelo DF. As pesquisas indicam que ele tem a liderança disparada”, afirmou.

Racha na família

O racha no clã Bolsonaro veio à tona depois que Michelle Bolsonaro publicou vídeos nas redes sociais no qual diz ter sido humilhada por Flávio e seus irmãos, Eduardo e Carlos.

Segundo ela, os ataques teriam ocorrido depois dela ter se manifestado publicamente contra o apoio do PL à pré-candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao Governo do Ceará. A ex-primeira-dama, que atribui a Ciro a inelegibilidade do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, defendia que o partido caminhasse junto com o senador Eduardo Girão (Novo) no estado.

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