Política
Publicado em 21/11/2024, às 15h29 Reprodução | Youtube Redação Bnews
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, classificou como “constrangedor” a participação de militares das Forças Armadas no plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, descoberto pela Polícia Federal (PF).
Para a CNN, Múcio pediu os esclarecimentos sobre o caso para "colocar a culpa no CPF e não no CNPJ”. O chefe da pasta disse esperar que a “PF traga tudo à tona para que essa pecha saia de quem está na ativa”.
Na terça-feira (19), a Polícia Federal deflagrou a operação Contragolpe. Na investigação, quatro militares e um policial federal foram presos.
Segundo Múcio, em breve conversa com o presidente Lula, o mandatário afirmou que tudo “estava sob controle” com relação aos militares.
"Tentativa de envenenar a mim e ao Alckmin não deu certo", disparou Lula em evento
Bolsonaro sabia de plano para matar Lula e Moraes, aponta relatório da PF