Política
Publicado em 01/08/2025, às 11h24 Carlos Moura/SCO/STF Rebeca Santos
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentou pressionar todos os seus colegas da Corte a assinar uma carta coletiva em sua defesa, na última quarta-feira (30), após saber que havia sido incluído na lista de sanções da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos, mas não obteve sucesso.
A informação foi divulgada pelo site Poder360 na última quinta-feira (31).
Mais da metade dos 11 ministros do STF considerou inadequado elaborar um documento conjunto para questionar uma decisão interna dos EUA.
Diante do impasse, uma nota institucional foi escrita e assinada pelo presidente do STF, Roberto Barroso.
Outra tentativa de demonstrar apoio foi um jantar no Palácio da Alvorada, na noite da última quinta-feira (31), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Barroso, a pedido de Lula, ficou responsável por convidar os magistrados. Mas o resultado não foi tão positivo: apenas 6 dos 11 ministros compareceram, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Roberto Barroso.
Após morte do pai na prisão, filha desabafa e revela desejo a Moraes após sanção de Trump
VÍDEO: Joice Hasselmann diz que Carla Zambelli ‘passava o rodo’ em delegados da Lava Jato: "Os casados eram os preferidos"