Política
Publicado em 15/12/2025, às 11h21 Devid Santana / BNEWS Yuri Pastori e Anderson Ramos
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), disse que no Brasil não deveria existir o termo “puro-sangue” na política. Em conversa com a imprensa na manhã desta segunda-feira (15), durante a vistoria técnica às obras de macrodrenagem do Canal Mangabeira, no Bairro da Paz, em Salvador, ele justificou sua visão comparando o processo eleitoral brasileiro com o europeu, onde os eleitores votam nos partidos e não nas pessoas.
“Não tem essa de puro-sangue não, gente. Até porque a votação é em pessoas. No Brasil, eu gostaria que a votação fosse em partido. A grande maioria dos países da Europa, você vota no partido, você não vota nas pessoas. Na Europa não existe essa de você votar na pessoa física. Não existe esse voto. Você vota no partido que representa uma política, uma ideologia. As pessoas identificam os partidos com essa política”, argumentou.
Na ocasião, ele ainda comentou a proposta da deputada federal e presidente do PSB na Bahia, Lídice da Mata, que sugeriu uma mulher na chapa majoritária nas eleições de 2026.
“É evidente que a questão da mulher na política faz muita diferença. Para nós sempre é importante ter uma mulher na política, na chapa, principalmente. Mas nós estamos conversando. O governador Jerônimo coordena isso. Eu tenho intensificado o diálogo com os outros partidos, com o PSD, conversei com o outro semana passada, jantei com o Coronel recentemente. Vou voltar a conversar com ele, com o Diogo Coronel, nós vamos encontrar uma síntese e anunciar até março a chapa nossa”, concluiu.
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