Política

Nova bancada de direita na Câmara é chamada de “G-Crazy”; entenda

Rubinho Nunes é apontado como o “líder” do “G-Crazy”,  |  Reprodução

Publicado em 10/10/2024, às 08h36   Reprodução   Rebeca Silva

A partir de 2025, os vereadores bolsonaristas irão ampliar a bancada conservadora. Nos bastidores da política, o novo grupo parlamentar já recebeu um apelido dos colegas veteranos: “G-Crazy”, em referência ao perfil “amalucado” de alguns de seus integrantes, populares nas redes sociais.

Segundo informações do Metrópoles, entre os integrantes do “G-Crazy”, estão alguns dos candidatos mais votados Lucas Pavanato (PL), Sargento Nantes (PP) e Zoe Martinez (PL), além de Amanda Vettorazzo (União), do MBL, e Adrilles Jorge (União), o penúltimo a conquistar uma das 55 cadeiras da Câmara paulistana.

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Os novos vereadores se juntam a nomes como Sonaira Fernandes (PL), vereadora bolsonarista que foi secretária da Mulher no governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), e Rubinho Nunes (União), ex-MBL, apontado como o “líder” do “G-Crazy”, em razão de seu perfil enérgico e de sua popularidade nas redes.

Para Adrilles , que participou do encontro, o apelido “G-Crazy” remonta ao “jornalismo de polêmica e combate” que praticava na Rádio Jovem Pan.

“Eu adorei o termo G-Crazy. É um termo que denota passionalidade. Está chegando um monte de gente que vem da comunicação, eu, Pavanato, Zoe, Amanda [Vetorazzo]. É um pessoal que tem experiência em algum calibre em jornalismo. É um tipo de jornalismo de combate, de polêmica, de debate. Agora, a gente vai entrar unindo palavra e ação. É confundido isso com histeria. Eu não tenho problema com isso.”

Classificação Indicativa: Livre


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