Política
Publicado em 09/03/2026, às 08h38 Rosinei Coutinho/STF Yuri Pastori
A Polícia Federal (PF) irá avançar nas análises das quebras de sigilo em fundos que têm conexão com o Banco Master e na identificação de eventuais irregularidades após suspeita de crimes financeiros em fundos ligados ao resort Tayayá, empresa que a família do ministro Dias Toffoli foi sócia. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não é investigado.
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Conforme noticiou a Folha de S. Paulo, RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira) devem ser requisitados pela PF ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre as transações financeiras atípicas ou suspeitas.
A Maridt, empresa da família de Toffoli, vendeu sua participação no Tayayá em 2021 ao fundo Arleen, que pertence à teia usada pelo Banco Master em fraudes investigadas por autoridades.
O ministro Dias Toffoli foi procurado pela Folha, mas ainda não se manifestou. Para investigar Toffoli por suspeitas de crimes comuns, a PF precisa da autorização do Supremo. A responsabilidade pela apuração é do próprio STF, com atuação da PGR (Procuradoria-Geral da República) e da polícia.
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